domingo, 21 de novembro de 2010
Entre o céu e o inferno.
"O homem se torna autêntico quando aceita a solidão como o preço da sua própria liberdade. E se torna inautêntico quando interpreta a solidão como abandono, como uma espécie de desconsideração de Deus ou da vida em relação a ele. Desse modo não assume responsabilidade sobre as suas escolhas. Não aceita correr riscos para atingir seus objetivos, nem se sente responsável por sua existência, passando a buscar amparo e segurança nos outros. Com isso abre mão de sua própria existência, tornando-se um estranho para si mesmo, colocando-se a serviço dos outros e diluindo-se no impessoal. Permanece na vida sendo um coadjuvante em sua própria história."
Ninguém nasce pelo outro.
Ninguém morre pelo outro.
Ninguém vive pelo outro.
Estar feliz e completo, triste e vazio, acompanhado e sozinho.
Mayná Guimarães
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